O I R M Ã
O D A
M I N H A M E L H O R A M I G A
por Letícia Kartalian
“Eu adoro a
Letícia e seus new adults! Ela escreve bem, envolve o leitor, cria personagens
com uma intensa carga emocional, e cita muitos aspectos culturais conhecidos
por seus leitores (...).” – Paola Aleksandra, blogueira.
O irmão da minha melhor amiga é um conto gratuito e conta a história de Olivia, que trabalha numa
editora e tem uma rotina bem caseira e solitária.
Quando Bryan, o irmão de sua melhor amiga, se
hospeda temporariamente em seu apartamento, apesar de toda a segurança que ela
emite adquirida a partir de experiências passadas, é difícil para ela abaixar a
guarda e aceitar conhecer o visitante sem quatro pedras na mão e apenas deixar
alguém entrar.
Bryan chega de mansinho, suas atitudes mostrando aos
poucos a que veio, ruindo pouco a pouco as construções ao redor de Liv.
“Olívia não
queria saber de um relacionamento e... se ela vai mudar de ideia ou não, você
confere lendo este conto curtinho e bem escrito de Letícia Kartalian,
deliciando-se com uma história aparentemente clichê de amor, mas igualmente
satisfatória e agradável!” – Sâmella Raissa, blogueira.
Escrevi O
irmão da minha melhor amiga no comecinho de 2014, já com a ideia de
deixa-lo para download gratuito aos leitores que se inscrevessem na minha
newsletter.
Eu já sabia que a Liv trabalharia com algo
relacionado a livros, e o cargo de parecerista (e editora, porque no fundo o
Charles deixa que ela ocupe essa cadeira) caiu como uma luva para que eu
pudesse mencionar outros autores – brasileiros, inclusive – que gosto e
acompanho, apesar de a personagem ter mais vínculos com a editora, fazendo
também outros trabalhos lá dentro.
A Liv é fechada, tem seus receios e momentos de
fragilidade, a gente tem uma ideia de que a adolescência dela não foi fácil,
mas ela é tão dona de si, independente e tão de bem com o próprio corpo e
sexualidade que ela poderia ser qualquer uma de nós – e bem que eu queria ser
bem paga para ler.
Bryan é um sonho – pra mim. Eu tive uma série de
inspirações para cria-lo – o sorriso do Luke Bryan, mencionado no próprio
conto, é uma delas – mas o meu principal desejo era que o resultado final fosse
ao menos 1% do que uma apaixonada por livros gostaria de ter como parceiro para
a vida. Espero ter chegado perto.
Todos os meus contos – até o presente momento –
retratam clichês com finais felizes, por favor, e que podem ser lidos numa
sentada, e se eu conseguir tirar um sorriso ou suspiro do leitor durante a
leitura, já vou ter ganhado o meu dia.







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